De fato, não é porque o homem pode usar a vontade livre para pecar que se deve
supor que Deus a concedeu para isso. Há, portanto, uma razão pela qual Deus deu ao homem esta
característica, pois sem ela não poderia viver e agir corretamente. Pode-se compreender, então, que
ela foi concedida ao homem para esse fim, considerando-se que se um homem a usa para pecar, recairão
sobre ele as punições divinas. Ora, isso seria injusto se a vontade livre tivesse sido dada ao homem
não apenas para agir corretamente, mas também para pecar. Na verdade, por que deveria ser punido
aquele que usasse sua vontade para o fim para o qual ela lhe foi dada?
AGOSTINHO. O livre-arbítrio. In: MARCONDES, D. Textos básicos de ética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2008.
Nesse texto, o filósofo cristão Agostinho de Hipona sustenta que a punição divina tem como
fundamento o(a)
QUESTÃO 2
(Universidade Federal do Paraná - UFPR)
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A obra "A Cidade de Deus", de Santo Agostinho, aborda a relação entre:
QUESTÃO 3
(Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG)
Guilherme de Ockham é conhecido por seu princípio da "Navalha de Ockham", que
defende que:
QUESTÃO 4
(Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ)
Qual das seguintes afirmações sobre o argumento ontológico de Anselmo de
Cantuária é verdadeira?
QUESTÃO 5
(Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP)
Na filosofia de São Tomás de Aquino, a relação entre fé e razão é descrita
como:
QUESTÃO 6
(Universidade de São Paulo - USP)
A principal contribuição de Santo Agostinho para a filosofia foi sua ênfase na: